Antes tarde do que nunca, trago
para vocês algumas dicas e as principais configurações de 2018, para adentrar o
novo ano civil com as melhores influências e consequentemente, para um ano mais
produtivo possível. Astrologicamente, 2018 será regido por Júpiter, o maior planeta
do sistema solar, o Rei dos Deuses do panteão Romano, que por características
traz a expansão, os ganhos, relacionamentos sociais e políticos, justiça e
julgamentos. O conhecimento deve abranger o mundo de forma mais equilibrada, o
que favorecerá debates e acordos sem precedentes.
No entanto, não devemos nos
iludir, já que o planeta desperta, paradoxalmente, o aumento do egoísmo, do
materialismo e da competição entre os seres. Ou seja, é preciso tomar cuidado
para não se deixar atrair por estes lados menos nobres da energia deste planeta.
Cuidado com os exageros, as hipervalorizações, os excessos, principalmente no
que diz respeito a relacionamentos e dinheiro. Gastos descontrolados e
triângulos amorosos podem ocorrer nesta regência. Contenha seus impulsos, que
deverão ser extremos neste ano regido por Júpiter.
No tarot, a soma (2+0+1+8) nos
traz o arcano A Força (11), um símbolo clássico do domínio dos instintos, já
que o leão representa a nossa parte nunca antes mapeada e, portanto, não domesticada
da alma. Muito favorável para deixar os medos de lado e arriscar um pouco mais.
Virtude, coragem, autodisciplina e controle são palavras-chaves que esta carta
regente nos traz. Alguns tarólogos ainda afirmam que o arcano do ano será A
Papisa, pela soma (1+1=2). Ela nos fala sobre silêncio, ocultação, forças
enigmáticas, poder feminino, traições e paciência. Então, se fizer a análise das
duas cartas e seus arquétipos, construir, arriscar, domar, deve sempre ser
feito em segredo para nada sair do controle. Nada de ficar falando sobre seus
projetos para outras pessoas. Às vezes nem é por mal, mas uma vez que alguém se
incomoda com suas ações, as chances delas não darem certo, aumentam.
No panteão africano, o regente será
Xangô, sob a influência de Obaluaê, que é o Orixá do ciclo de Saturno. Um ano
de Xangô é ideal para realizações. Tudo aquilo que foi construído nos últimos
tempos vai ser colhido. Entretanto, Xangô é o Orixá da justiça. Ele é justo e,
se você vem plantando o bem, colherá coisas maravilhosas em 2018. Mas, essa
justiça poderá ser cruel com você que não tem feito coisas boas. Ele castiga os
mentirosos, trapaceiros, ladrões e todos aqueles que querem tirar vantagens dos
outros.
No novo ano, a famosa lei do
retorno estará em evidência. As pessoas que emanam boas energias vão viver um
período muito bom, colhendo aquilo que enviou ao Universo. Xangô é um Orixá
justo e imparcial, e será impiedoso com aqueles que promovem traição e
injustiça.
Agora que falamos de algumas
influências gerais, vamos colocar a mão na massa. Feitiços, magias e rituais para
dar uma guinada em seu 2018.
Varredura
No último dia do ano, faça no
chão um círculo (utilize carvão) com mais ou menos 1,5 m de diâmetro. Em
seguida, entre no círculo e com uma vassoura varra de dentro para fora tudo o
que você não deseja mais: mágoa, tristeza, inimizades, inveja, desavenças.
Respire fundo e saia do círculo lentamente. Lave a vassoura em água corrente.
Acenda uma vela branca no centro do círculo e deixe-a queimar até o fim para
que a chama ilumine seu caminho.
Ritual de
Prosperidade com Moedas
Separe onze moedas douradas que estejam em circulação, unte
cada uma com óleo aromático de canela e deposite-as em um saquinho amarelo.
Medite então à Deusa Fortuna pedindo prosperidade material e espiritual. Leve o
saquinho com você durante todo o dia. Ao amanhecer dê estas moedas a alguém
realmente necessitado.
Pó do Dinheiro
Você vai precisar de:
3 Velas verdes
1 prato de porcelana ou gesso
1 punhado de açúcar
1 punhado de canela em pó
Uma pitada de fermento em pó
Algumas pétalas de flores amarelas
1 incenso de canela
1 imagem para representar a prosperidade
Faça um triangulo com as velas verdes. Coloque o prato no meio do triangulo das 3 velas e faça um circulo de pétalas em volta do triangulo de velas com o prato no centro.
Acenda as velas e o incenso. Faça uma oração e invocação aos espíritos de Júpiter.
A imagem que representará a prosperidade, coloque sobre o prato. (A imagem pode ser algum sigilo, símbolo da cornucópia, cifrão, baú de moedas douradas, um pantáculo de júpiter, etc.
Pegue o punhado de açúcar e coloque no prato (em cima da imagem) dizendo: “Com esse açúcar, adoço minha vida”.
Pegue o punhado de canela, coloque no prato (em cima da imagem e do açúcar) e diga: “Com essa canela, chamo o sucesso e a prosperidade”.
Pegue a pitada de fermento em pó, coloque no prato (em cima da imagem e da canela) e diga: “Com esse pó de fermento, cresce tudo que tocar, o que agora quero encantar!”. Depois disto, misture os pós e deixe lá até as velas e o incenso queimarem.
Depois está pronto! É só usar em pequenas pitadas no chá, bolos e doces. Salpique também na carteira e na bolsa.
- Mel
- Uma maçã
- Uma rosa vermelha
- Um pratinho de papelão
- Uma vela cor de rosa
- Dois pedaços de fita cor de rosa com mais ou menos 30 cm cada
- Um lenço branco
- Fósforo
Você pode realizar este feitiço do amor em um dia qualquer à sua escolha, preferencialmente às seis horas da manhã ou às seis horas da tarde. Além dos ingredientes já citados, você deverá escrever à mão em uma folha de papel branca a letra da sua música de amor favorita.
Você vai precisar de:
3 Velas verdes
1 prato de porcelana ou gesso
1 punhado de açúcar
1 punhado de canela em pó
Uma pitada de fermento em pó
Algumas pétalas de flores amarelas
1 incenso de canela
1 imagem para representar a prosperidade
Faça um triangulo com as velas verdes. Coloque o prato no meio do triangulo das 3 velas e faça um circulo de pétalas em volta do triangulo de velas com o prato no centro.
Acenda as velas e o incenso. Faça uma oração e invocação aos espíritos de Júpiter.
A imagem que representará a prosperidade, coloque sobre o prato. (A imagem pode ser algum sigilo, símbolo da cornucópia, cifrão, baú de moedas douradas, um pantáculo de júpiter, etc.
Pegue o punhado de açúcar e coloque no prato (em cima da imagem) dizendo: “Com esse açúcar, adoço minha vida”.
Pegue o punhado de canela, coloque no prato (em cima da imagem e do açúcar) e diga: “Com essa canela, chamo o sucesso e a prosperidade”.
Pegue a pitada de fermento em pó, coloque no prato (em cima da imagem e da canela) e diga: “Com esse pó de fermento, cresce tudo que tocar, o que agora quero encantar!”. Depois disto, misture os pós e deixe lá até as velas e o incenso queimarem.
Depois está pronto! É só usar em pequenas pitadas no chá, bolos e doces. Salpique também na carteira e na bolsa.
Magia da Conquista

- Uma maçã
- Uma rosa vermelha
- Um pratinho de papelão
- Uma vela cor de rosa
- Dois pedaços de fita cor de rosa com mais ou menos 30 cm cada
- Um lenço branco
- Fósforo
Você pode realizar este feitiço do amor em um dia qualquer à sua escolha, preferencialmente às seis horas da manhã ou às seis horas da tarde. Além dos ingredientes já citados, você deverá escrever à mão em uma folha de papel branca a letra da sua música de amor favorita.
Pegue a rosa vermelha e tire dela duas pétalas, e escreva a
lápis o seu nome em uma e o nome da pessoa que você quer conquistar na outra.
Corte a maçã ao meio e retire as sementes com uma colher,
formando uma pequena cavidade no interior da fruta. Preencha este espaço com o
mel e as duas pétalas de rosa, e em seguida refaça a maçã juntando suas duas
metades e as amarrando firme com um dos pedaços de fita cor de rosa.
Coloque a letra da música dobrada no pratinho de papelão, e
sobre ela a maçã. Acenda a vela cor de rosa e coloque-a junto ao pratinho, e
então dance e cante a letra da música pensando na pessoa que você quer
conquistar e imaginando um encontro entre vocês dois.
Quando terminar, apague a vela falando o nome da pessoa e
junte tudo dentro do lenço branco, amarrando com o outro pedaço de fita rosa e
formando uma espécie de trouxinha, e a coloque em um belo jardim ou em uma bela
praia. Leve a rosa vermelha da qual você tirou duas pétalas para casa e
guarde-a próxima da sua cama.
- Pedro Guardião
Fontes: