segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Resenha – A Magia de Hécate

Esta é a volta das resenhas dos livros de Wicca, Magia e Religião que eu li nos últimos tempos e que considero importantes para o meio pagão. Nada melhor do que recomeçar com Hécate.
O livro publicado pela Madras Editora e escrito pelos fundadores da TCS (Tradição Caminhos das Sombras) Dylan Siegel e Naelyan Wyvern aborda pela primeira vez um conteúdo exclusivo à titânide da magia tão celebrada entre os bruxos do mundo.

A obra traz uma visão nova do culto de Hécate na bruxaria e sua adaptação para a liturgia wiccana, o que a torna a figura central dos mistérios vivenciados na religião. Eu cheguei a ouvir várias opiniões, algumas certamente polêmicas, mas até o momento ninguém o julgou como um livro ruim. Particularmente eu achei muito interessante pela iniciativa dos autores em divulgar um assunto ainda restrito na literatura pagã nacional e por explorar tão bem os domínios da deusa. Os que não tinham acesso aos livros em inglês, pouco podiam se basear em pesquisas na internet que, na maioria das vezes, eram muito vagas.

Dylan e Naelyan proporcionam um conteúdo prático forte e permeiam entre históricos, símbolos e a própria experiência do que escrevem. Eu considero que o livro poderia ter um pouco mais do conteúdo mitológico grego, mas não interfere na proposta que é conhecer a deusa em seu íntimo. Também vai de cada um conhecer um pouco mais do que foi/é Hécate em seus hinos e epítetos, facilmente encontrados na web.

O que mais me chamou a atenção foi o desmistificar de como a deusa era vista somente pelo seu lado sombrio e negro, e que agora podemos ver Hécate também de diferentes maneiras, muito além dessas configurações. Quem diria que poderíamos honrar Hécate em todos os sabás? Pois bem, o livro mostra que isto é muito possível. Basta determinação e fazer uma escolha. Vem mostrar que se podemos com Hécate, podemos com todas as deusas. Óbvio, com amplo conhecimento e vivência como os sacerdotes da tradição tiveram.

Abordam sobre suas oferendas, instrumentos e invocações próprias do culto na forma dos esbás, proporcionando mais uma vez uma roda completa, entre meditações e experiências no plano físico e astral. Vale muito a pena adquirir e ler esta obra, que com certeza ficará como referência por muitos anos nas prateleiras dos neopagãos.

No Início de Tudo, Hécate Fala:

Quando o Universo atravessou os umbrais da existência
Em um fogo cósmico brilhante como um raio
Eu, Hécate, testemunhei o primeiro nascimento
Eu, Hécate, observava de soslaio
Enquanto a escuridão se tornava formamento
Enquanto “O Nada” paria “O Tudo”, que ainda haveria de ser
Eu existi entre os dois, caótica, poderosa, potente
Sol e Lua, Terra e céus, Hades e o Olimpo ainda a nascer
Existo no entremundos, no crepúsculo, e no Sol poente
Sou o sopro que deixa seus pulmões vazios
Sou o grito desesperado do recém-nascido
Moro na juras de amor sussuradas ao ouvido
E nas lágrimas da verdade, ricas em sal
Pois sou a zona cinzenta entre o bem e mal
Ah... mas o que se criou há de se destruir
Tudo é cinza, e reino absoluta. Não há mal ou bem
Meu é o reino que não tem Rainha ou Rei
Meu é tudo o que não pertence a ninguém
Como portadora da chave, eu permaneci e permanecerei
E quando o Universo deixar de existir, aqui estarei.


- Retirado da página 15 do livro A Magia de Hécate – Uma Roda do Ano com a Rainha das Bruxas.

Pedro Guardião

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Sobre contatos - Pedro Guardião


Olá, pessoal! 

Vasculhando algumas coisas em minha página do facebook vi que muitas mensagens e solicitações de amizade estavam ocultas (não entendi muito bem o motivo), mensagens de pessoas que em 2012 e 2013 tentaram contato e mandaram perguntas. Respondi todo mundo agora, mas muita coisa se perde nesse tempo e alguns podem achar que não respondi por outros motivos, mas realmente não tinha conhecimento que isso acontecia. Agora já me certifiquei e vou olhar sempre as mensagens ocultas no facebook. Porém, deixo na minha descrição aqui do lado esquerdo do blog o meu e-mail, para que perguntas sejam enviadas, dúvidas, entre outras questões. Mas você também tem a possibilidade de enviar um recado no mural que sempre fico de olho, só não respondo coisas que não estão no contexto ou na proposta do blog. Também há o meu Ask.fm para que perguntas sejam enviadas, criei recentemente para isso.

Desculpe a todos que tentaram contato e eu não pude responder. Agora todos já sabem, qualquer dúvida ou contato, mandem e-mail para: pedro.mistico@outlook.com ou pedro.mistico@gmail.com. Sempre respondo.

Estou pensando em novas possibilidades para o blog, uma pequena reformulação que será bastante interessante para todos vocês. Em breve! Mandem também suas sugestões de tema, melhora, para que o blog fique sempre atualizado e aprimorado para a leitura de todos. Temos leitores em todas as partes do Brasil e também dos Estados Unidos, Inglaterra, Europa e Ásia e isso é muito gratificante. Nem sempre consigo atualizar, por uma questão básica: Somente eu acesso o blog e com as questões de trabalho e faculdade, às vezes, não dá tempo. Mas estou me policiando para manter sempre algo interessante para vocês.

Agora que já sabem, fiquem ligados! E podem mandar sempre suas solicitações de amizade e perguntas.

Agradeço, de coração, a todos que acompanham o Wicca Online!

Blessed Be.

Pedro Guardião

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Ervas, Flores e os Deuses - Pedro Guardião


ACÁCIA:
 Buda, Neith e Osíris.

ACÔNITO: Hécate e Medeia.
PITEIRA: Mayauel.
ERVA-FÉRREA: Hércules.
ANÉMONA: Adonis e Afrodite.
ANGÉLICA: Atlantis e Michael.
ANIS: Apolo e Mercúrio.
ÁSTER: Todos os deuses e deusas pagãos.
AZALÉIA: Hécate.
CEVADA: Odin.
MANJERICÃO: Erzulie, Krishna, Lakshmi e Vishnu.
BELADONA: Atropos, Bellona, Circe e Hécate.
BENJOIM: Afrodite e Mut.
ABRUNHEIRO: A Deusa Tripla no Seu aspecto escuro e protetor.
GIESTA: Blodeuwedd.
CANDELÁRIA: Afrodite e Hermes.
AMENTILHO: Bast e Sekhmet.
CENTÁUREA-MENOR: O centauro Quíron.
CAMOMILA: Kamayna.
TUSSILAGEM: Epona.
CENTÁUREA AZUL: Flora, e associada aos mitos de Cyanus e Quíron.
PRÍMULA: Freya.
CROCOS: Afrodite.
NARCISO: Prosérpina.
MARGARIDA: Ártemis, Belides, Freya, Thor, Vênus, Zeus e associada a Maria Madalena, São João e Santa Margarida da Etióquia.
DENTE-DE-LEÃO: Erigida.
DICTAMO: Diana, Osíris e Perséfone.
CORNISO: Consus.
ÊNULA: Helena.
EUFRÁSIA: Eufrosina.
FUNCHO: Adonis.
FENO GREGO: Apolo.
FETOS: Kupala.
LINHO: Hulda.
ALHO: Hécate e Hades.
ESPINHEIRO: Hymen.
URZE: Ísis e Vênus Ericina.
HELIOTROPO: Apolo, Hélio, Rá e todos os Deuses Solares.
AZEVINHO: Mãe Holie e o Deus Chifrudo nos seus aspectos minguantes do ano.
MARROIO BRANCO: Hórus.
SEMPRE-VIVA DOS TELHADOS: Júpiter e Thor.
JACINTO: Apolo, Ártemis e Jacinto.
ÍRIS: Hera, Hórus, Íris e Ísis. 

HERA: Attis, Baco, Dionísio, Dusares e Osíris.
JASMIM: Diana, Vênus.
ESTRAMÔNIO: Apolo, Chingichnich e Kwawar.
ALQUEMILA (espécie de orquídea): Várias Deusas da Terra e associada a Virgem Maria dos mitos cristãos.
LAVANDA: Hécate, Saturno e Vesta.
ALFACE: Adonis.
LÍRIO: Astarte, Hera, Juno, Lilith e Ostara.
LISIMÁQUIA: Kupala.
LÓTUS: Brahma, Buda, Cunti, Hermes, Hórus, Ísis, Juno, Kuan-Yin, Lakshmi, Osíris, Padma, Tara e associado ao mito de Lote e Priapo.
FETO DA AVENCA CABELO-DE-VÊNUS: Dis, Kupala e Vênus.
MANDRÁGORA: Afrodite, Diana, Hécate, Saturno e associada a Circe e à lendária feiticeira teutônica Virgem Airauna.
MALMEQUER: Xochiquitzal.
MANJERONA: Afrodite.
MENTA: Dis, Hécate, Mintha e associada à lenda clássica da ninfa Menthe.
VISCO: Júpiter, Odin, Zeus e associado aos mitos de Balder e Eneas.
ACÔNITO: Hécate e associado a Cérbero.
LUNÁRIA: Aah, Ártemis, Diana, Hina, Selene, Sin, Thoth e todas as deidades lunares.
MUSGO: Tapio.
AGRIPALMA: Gaia, Pachamama e várias figuras de Deusas Mãe.
ARTEMÍSIA: Ártemis, Diana e associada à lenda medieval de João Batista.
AMOREIRA: Minerva e associada à lenda clássica dos amantes babilónios, Piramus e Thisbe.
VERBASCO: Circe e Ulisses.
NARCISO: Dis, Hades, Narciso, Perséfone e Vênus.
ORQUÍDEA: Baco e Orchis.
RAIZ DE ÍRIS: Afrodite, Hera, Ísis e Osíris.
VIMEIRO: Hécate.
SALSA: Perséfone, Afrodite e associada à morte e ao diabo dos mitos cristãos.
PEÔNIA: Associada à lenda de Peônio.
POEJO: Deméter.
HORTELÃ-PIMENTA: Zeus.
PERVINCA: Afrodite.
PAPOULA: Ceres, Diana e Perséfone.
PRÍMULA: Freya e Paralisos.
BELDROEGA: Hermes.
FRAMBOESA: Vênus.
BAMBUS: Inanna e Pã.
ROSA: Afrodite, Aurora, Chioris, Cupido, Deméter, Érato, Eros, Flora, Freya, Hathor, Holda, Ísis e associada à Virgem Maria dos mitos cristãos.
ARRUDA: Hécate, Hades e Ares.
JUNCOS: Acis
CENTEIO: Ceres.
SÁLVIA: Consus e Zeus. 

SÂNDALO: Kali, Vênus.
PIMPINELA BRANCA: Kupala. 

TREVO: Trefuilngid Tre-Eochair.
SELO-DE-SALOMÃO: Vor e associado ao lendário rei Salomão, de Israel.
MORANGO: Freya, Afrodite e Hathor.
CANA-DE-AÇÚCAR: Cupido, Eros e Kama.
GIRASSOL: Apolo, Rá e Deméter.
ATANÁSIA: Associada à Virgem Maria e à lenda clássica de Ganimede.
ESTRAGÃO: Lilith.
TRIFÓLIO: Olwen.
VERBENA: Ísis, Diana, Hermes, Cerridwen, Deméter, Júpiter, Perséfone e Thor.
VIOLETA: Afrodite, Attis, Zeus e associada à Virgem Maria.
NENÚFAR: Surya e todas as ninfas aquáticas.
AZEDINHA: Todas as Deusas Triplas e associada a São Patrício.
ABSINTO: Ártemis, Diana, a Grande Mãe e todas as ninfas pagãs da Rússia.
MILEFÓLIO: O Deus Chifrudo dos Bruxos e associado ao herói grego Aquiles.

terça-feira, 29 de julho de 2014

A Deusa Brighid - Pedro Guardião

Gostaria de esclarecer inicialmente que na mitologia celta, não existem deuses lunares ou solares, o que existe é deidades protetoras de certas artes. Os deuses celtas são uma raça divina, uma série de indivíduos divinos e portadores de variadas capacidades e conhecimentos, mas que se comportam como os mortais e vivem junto com eles. Podemos encontrar grandes arquétipos à nos encorajar e alguns destes personagens são míticos, reis, druidas e heróis. Brighid, que significa "luminosa" é uma Deusa tríplice do fogo da inspiração, da ferraria, da poesia, da cura e da adivinhação. Isto é, as funções que lhe atribuem são triplas, correspondentes às três classes da sociedade indo-europeia:

- Deusa da inspiração e da poesia - Classe Sacerdotal.
- Protetora dos reis e dos guerreiros - Classe Guerreira
- Deusa das técnicas - Classe de artesãos, pastores e agricultores.

A lenda diz que ela nasceu com uma chama que saía do alto de sua cabeça, ligando-a com o universo.
Pesquisando fontes mitológicas remotas, encontramos Brighid como sendo filha de Dagda, o Bom Deus, pertencendo assim, aos Tuatha De Danann. Há lendas que alegam ser ela a esposa de Tuireann, com quem teve três filhos (Brian, Iuchar e Iucharba), que posteriormente matam Cían, o pai de Lugh. Já outra lenda, nos diz que Brighid tinha como marido Bres, o malfadado líder dos Tuatha De Danann. Dessa união nasce Rúadan, o qual morre em combate na Segunda Batalha de Moytura. Ao encontrá-lo sem vida, lamenta sua morte em uma tradição que viria a ser conhecida como "keening) (irlandês-caoineach), e que ainda hoje é preservada nas áreas rurais da Irlanda. os "keenings' eram lamentos emitidos por mulheres face ao falecimento de um membro da família ou da comunidade. Se constituíam em choros pungentes, quase bestiais, descritos por observadores como o som de "um grande número de demônios infernais". 

A Nova Cristã e Antiga Pagã, Brighid, fundiram-se na figura de Santa Brígida no ano de 450. Em algumas histórias, foi o próprio São Patrício que a batizou e ela foi elevada à condição da figura galesa de Maria, sendo muitas vezes considerada como a parteira de Maria ou até como a ama do Menino Jesus. Aqui reconhecemos a deusa como protetora do parto. E, Brighid como santa, possui até biografia, que é de autoria de Cogitosus. Segundo ele, ela teria nascido em 452, no vilarejo de Faughart (próximo a Dundalk, Co. Lough), ao romper da aurora, hora de máxima importância para a filosofia celta. Era filha do nobre Dubhtach, chfe da Província de Leinster, e Broicsech, uma escrava. Em uma das versões da lenda, conta-se que, ao nascer, a casa em que estava ficou totalmente envolta por um fogo mágico, que assustou à todos que presenciaram à cena. Entretanto, ninguém queimou-se. Vários textos afirmam que tal fogo surgiu do centro da cabeça da criança, talvez para identificá-la como uma santa portadora de um poder criador.

Brigida foi educada por um druida e desde muito cedo manifestou o dom da profecia. Mas certo dia ela adoece gravemente e, o druida consegue salvá-la alimentando-a com o leite de uma vaca branca de orelhas vermelhas.
Os cristãos, gerando uma estranha contradição, afirmam que apesar de muito bela, Brigida permanece virgem. Contam, que para não casar, ela vasou seu próprio olho, tornando-se desinteressante para seus pretendentes.
Cogitosus nos esclarece, que no ano de 490, ela funda um convento na localidade de Kildare, local de perigrinação dos seguidores da religião celta pré-cristã.
Neste convento havia uma chama sagrada que devia sempre arder. Dezenove sacerdotisas-freiras guardavam a sua pira sagrada, alimentando o fogo. Conta-se que, no vigésimo dia de cada mês, ela aparece e vigia o fogo pessoalmente. Aos homens não eram permitida a entrada. Segundo as lendas, aqueles que tentassem se aproximar da fogueira eram acometidos de estranhos surtos de loucura e podiam até perder a vida.
Além de estar diretamente ligada ao elemento fogo, associa-se também a água e à cura. Muitas fontes da Irlanda são a ela dedicadas. A absorção deste elemento pela fé cristã, só comprova a sobrevivência de Brighid, na forma de deusa e não tão somente como santa.
Suas vacas produziam um lago de leite e proporcionavam alimentos inesgotáveis. Mas ela punia com muito rigor quem as roubasse, geralmente através de afogamento ou escaldamento. Através da magia, Brigida multiplicava anualmente a sua produção de manteiga. Ela também estava ligada à produção e consumo da cerveja. Reza a lenda que, com uma só medida de malte, Brígida era capaz de produzir cerveja a todos os que a pedissem. Um milagre associado à Cristo, aqui vemos adaptado à realidade celta. A "Vita Brigitae" afirma que a Santa Brigida morreu em 1 de fevereiro de 525, dia de celebração da Deusa Brighid.

DIA DE BRIGHID - "IMBOLC"

BRIGID também foi vista como uma deusa ligada ao ciclo anual. Ela presidia o começo da primavera, que, no ciclo dos antigos festivais do fogo, começava na véspera de primeiro de fevereiro, Imbolc, ou o Dia de Brigid.
A palavra Imbolc significa literalmente "dentro do ventre" (da Mãe). A semente que foi plantada no Solstício de Inverno está se desenvolvendo. Esta festa é chamada de "Dia de Brigid" em honra a Deusa irlandesa Brigid.
Suas festas eram repletas de fogos sagrados, simbolizando o fogo do nascimento e da cura, o fogo da força e o fogo da inspiração poética. Brigid é a noiva sagrada, e seu templo é o santuário do fogo divino, o qual representa o fogo do sol. Seguindo a tradição celta, deixe o fogo de sua lareira queimar completamente na véspera do dia de Brigid. Na manhã seguinte, prepare uma fogueira com cuidado especial. Pegue nove (ou sete) pequenos galhos, tradicionalmente de tipos diferentes de árvores e os acenda. Então, prepare a fogueira com os galhos acesos, enquanto decama três vezes:

Brigid, Brigid, Brigid, a chama mais brilhante! 
Brigid, Brigid, Brigid, nome sagrado!

Um outro costume do dia de Brigid é plantar uma árvore frutífera. A Igreja incorporou este o dia de Brigid como sendo a Festa da Purificação da Virgem Maria. No paganismo esta é a época em que a Grande Mãe volta a ser novamente a Jovem Deusa Solteira. Uma lenda escocesa, relaciona Brighid com Caileach. Esta última, era também conhecida como a Carline ou Mag-Moullach e era o aspecto da velha deusa no ciclo anual. Estava ligada às trevas e ao frio do inverno e assumia a direção no ciclo das estações em Samhaim, a véspera do primeiro de novembro. Ela portava o bastão negro do inverno e castigava a terra com frias forças contrativas que ressecavam a vegetação. Com o fim do inverno, ela passava o bastão do poder para Brighid, em cujas mãos ele se tornava um bastão branco que estimulava a germinação das sementes plantadas na terra negra. As forças expansivas da natureza começavam então a se manifestar. Por vezes, essas duas deusas eram retratadas em batalha pelo controle das forças da natureza. Dizia-se até que Cailleach aprisionava Brighid sob as montanhas no inverno. Mas o melhor modo de reconhecê-las é vê-las e considerá-las como duas facetas de uma deusa tríplice das estações: a Velha Cailleach do Inverno, a Donzela Brighid da Primavera e a Mãe-deusa do viço do Verão e da frutificação do Outono.


No Festival de Imbolc é costume, no final da tarde de véspera, se colocar velas (laranja), em todas as janelas da casa e deixá-las acesas até o amanhecer. Também deve anteceder às festividades, um ritual de purificação e limpeza da casa. A celebração também envolvia a feitura de uma Boneca Noiva com as últimas gavelas de milho do ano anterior. Podemos conceber aqui a deusa Brigid com atributos da deusa do milho. Por meio do ciclo dos Festivais do Fogo (Samhain, Imbolc, Beltane e Lammas), os antigos povos celtas celebravam as diferentes energias da roda do ano. Isso era vivido especialmente como o poder do fogo manifestando-se em diferentes níveis.

Brigid chega em nossas vidas portando a chama da inspiração. Você está sem energia? Falta-lhe motivação? Está tão perdido que não sabe que rumo tomar? Você sonha com algo, mas não se sente com coragem de realizá-lo? Esta é a hora e a vez de alimentar sua totalidade e interioridade com a centelha energética da Deusa Brigid. Ela nos diz que uma vida sem o calor de sua chama de inspiração é totalmente insípida. Abra seu coração e permita que a inspiração seja o alimento de sua alma, para que você possa se tornar mais segura(o) e energética.

Fonte: Rosane Volpatto

terça-feira, 15 de julho de 2014

Gatos: Animais Sagrados - Pedro Guardião

A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.
Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.
Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco. Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.

Fonte: 
http://holisticocromocaio.blogspot.com.br/2013/12/dicas-terapeuticas-voce-sabia-que-os.html

terça-feira, 20 de maio de 2014

A Deusa Iemanjá - Pedro Guardião

Considerada a Rainha do Mar e a Mãe de quase todos os Orixás, Iemanjá é uma deusa abrasileirada, sendo resultado da miscigenação de elementos europeus, ameríndios e africanos. É um mito de poder aglutinador, reforçado pelos cultos de que é objeto no candomblé, principalmente na Bahia. É também considerada a Rainha das Bruxas e de tudo que vem do mar, assim como é protetora dos pescadores e marinheiros. Governa os poderes de regeneração e pode ser comparada à deusa Ísis.
Os grandes seios ostentados por Iemanjá devem-se à sua origem pela linha africana, aliás, ela já chegou ao Brasil como resultado da fusão de Kianda angolense (Deusa do Mar) e Iemanjá (Deusa dos Rios). Os cabelos longos e lisos prendem-se à sua linhagem ameríndia e é em homenagem à Iara dos tupis.
De acordo com cada região que a cultua, recebe diversos nomes: Sereia do Mar, Princesa do Mar, Rainha do Mar, Inaê, Mucunã, Janaína. Sua identificação na liturgia católica é: Nossa Senhora de Candeias, Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Piedade e Virgem Maria.
Do mesmo modo que varia seu nome, variam também suas formas de culto. A sua festa na Bahia, por exemplo, é realizada no dia 2 de fevereiro, dia de Nossa Senhora das Candeias. Mas já no Rio de Janeiro é dia 31 de dezembro que se realiza suas festividades. As oferendas também diferem, mais a maioria delas consiste em pequenos presentes, tais como: pentes, velas, sabonetes, espelhos, flores, etc. Na celebração do Solstício de Verão, seus filhos devotos vão às praias vestidos de branco e entregam ao mar barcos carregados de flores e presentes. Às vezes ela aceita as oferendas, mas algumas vezes manda-as de volta. Ela leva consigo para o fundo do mar todos os nossos problemas, aflições e nos trás sobre as ondas a esperança de um futuro melhor.
Grande foi o número de ondas que se quebrou na praia, mas maior ainda, foi o caminho percorrido pelo mito da divindade das águas. Das Sereias do Mediterrâneo, que tentaram seduzir Ulisses, às Mouras portuguesas, à Mãe D'água dos iorubanos, ao nosso primitivo Igpupiara, às Iaras, ao Boto, até Iemanjá. E, neste longo caminhar, a própria personalidade desta deusa, ligada anteriormente à morte, apresenta-se agora como protetora dos pescadores e garantidora de boa pesca, sempre evoluindo para transformar-se na deusa propiciadora de bom Ano Novo para os brasileiros e para todos que nesta terra de Sol e Mar habitam.

ARQUÉTIPO DA MATERNIDADE

Iemanjá é, por excelência, arquétipo da maternidade. Casada com Oxalá, gerou quase todos os outros orixás. É tão generosa quanto as águas que representa e cobrem uma boa parte do planeta. Iemanjá é o útero de toda a vida, elevada à posição principal da figura materna no panteão de iorubá (Ymoja). Seu sincretismo com a Nossa Senhora e a Virgem Maria lhe conferem a supremacia hierárquica na função materna que representa. É a deusa da compaixão, do perdão e do amor incondicional. Ela é "toda ouvidos" para escutar seus filhos e os acalenta no doce balanço de suas ondas. Ela representa as profundezas do inconsciente, o movimento rítmico, tudo que é cíclico e repetitivo. A força e a determinação são suas características básicas, assim como o seu gratuito sentimento de amizade.
Deusa da fecundidade, da procriação, da fertilidade e do amor, Iemanjá é normalmente representada como uma mulher gorda, baixa, com proeminentes seios e grande ventre. Pode, também aparecer na forma de uma sereia. Mas, não importando suas características, ela sempre se apresentará vinculada ao simbolismo da maternidade.
Iemanjá surge nas espumas das ondas do mar para nos dizer que é tempo de "entrega". Você está carregando em seus ombros um fardo mais pesado do que possa carregar? Acha que deve realizar tudo sozinha(o) e não precisa de ninguém? Você é daquelas pessoas que "esmurra ponta de prego" e quer conseguir seu intento nem que tenha que usar à força? Pois saiba que a entrega não significa derrota. Pedir ajuda também não é humilhação, a vida tem mais significado quando compartilhamos nossos momentos com mais alguém. Geralmente esta entrega ocorre em nossas vidas forçosamente. Se dá naqueles momentos em que nos encontramos no "fundo do poço", sem mais alternativas de saída, então nos viramos e entregamos "à Deus" a solução. E, é exatamente nesta hora que encontramos respostas, que de maneira geral, eram mais simples do que imaginávamos. A totalidade é alimentada quando você compreende que o único modo de passar por algumas situações é entregar-se e abrir-se para algo maior.
Quando abrimos uma brecha em nosso coração e deixamos que a Deusa atue em nós, alcançamos o que almejamos. Entrega é confiança, mas tente pelo menos uma vez entregar-se, pois lhe asseguro que a confiança virá e será tão cega e profunda quando a sua desconfiança de agora. O seu desconhecimento destes valores, escondem a presença de quem pode lhe ajudar e provocam sentimentos de ausência e distância. Não somos deuses, mas não devemos nos permitir viver à sombra deles.

RITUAL DE ENTREGA (só para mulheres)

Você deve fazer este ritual numa praia, em água corrente e até visualizando um destes ambientes. Primeiro mentalmente viaje até seu útero, no momento do encontro se concentre. Respire profundamente e leve novamente sua consciência para o útero. Agora respire pela vulva. Quando se achar pronta, com o mar a sua frente, entre nele. Sinta a água acariciando seus pés, ouça o barulho das ondas no seu eterno vai-e-vem. Chame então a Iemanjá para que venha encontrá-la. Escolha um lugar onde você puder boiar tranquilamente e com segurança. Sinta as mãos da Iemanjá acercando-se de você. Abandone-se em seu abraço, ela é mãe muito amorosa e espetacular ouvinte. Renda-se aos seus carinhos e entregue-se sem medo de ser feliz. Você está precisando revigorar sua vida amorosa. Procura um emprego ou um novo amor? Faça seus pedidos e também lhe fale de todas suas angústias e aflições. Deixe que Iemanjá alivie os fardos que carrega. Ela carregará consigo para o fundo do mar todos os seus problemas e lhe trará sobre as ondas a certeza de dias melhores. Portanto, abandone-se à imensidão do mar e a do seu amor.
Quando estiver pronta para voltar, agradeça a Iemanjá por estes doces momentos passados com ela. Então estará livre para voltar à praia, sentindo-se mais leve, viva e purificada.

Fonte: Rosane Volpatto

domingo, 13 de abril de 2014

Como combater a negatividade - Pedro Guardião

Todos nós sabemos, as energias negativas são uma das preocupações do ser humano. Procurar fugir delas é complicado. Elas nos alcançam em qualquer lugar do planeta, mas podemos nos defender começando a tomar uma série de atitudes e providências. Abaixo, seguem seis dicas pessoais para combatê-las: 

1. NÃO TEMER NINGUÉM 

Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo. Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques. Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em seus potenciais, temer significa falta de fé. O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas. Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso. Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá. 

2. NÃO SINTA CULPA 

Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que existem. Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura (campo de força) vulnerável ao agressor. A culpa enfraquece nosso sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade. Um dos maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos sintamos culpados pelas nossas conquistas. Não faça o jogo deles e saiba que o seu sucesso é merecido. Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA 

Nem sempre adaptar uma postura defensiva é o melhor negócio. Enfrente a situação. Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido. Já quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso. Ao invés de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não se adiantar e influenciá-lo beneficamente? Ou será que o mal dele é mais forte que o seu bem? Por que será que nós sempre nos colocamos numa atitude passiva de vítimas? Antes que o outro o alcance com sua maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO 

A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a "Auto-Obsessão". A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá enquanto houver uma ideia de dominação, de desigualdade humana, enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações não forem pautadas pelo respeito mútuo. Mas grande parte dos problemas existe porque não nos relacionamos bem com nós mesmos. 'Auto-Obsessão' significa não se gostar, não se apoiar, se auto boicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua vida, achar que os outros merecem mais do que nós. Auto-obsequiar-se é não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos outros. Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo a sua força pessoal e abrem as portas para toda as pessoas dominadoras e energias de baixo nível. A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS 

As flechas não alcançam o céu. Coloque-se sempre em posições elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres e maduros. Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam. Essa é a melhor forma de criar 'incompatibilidade' com as forças do mal e energias incompatíveis não se misturam. 

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS 

As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a 'mente' e o 'coração'. Além de manter o coração e mente sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos negativos, fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas. Evite lugares densos e de baixo nível. Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível. Se é Reikiano use e abuse com (respeito) de todos os símbolos de proteção que tiver acesso, faça-os em sua casa, trabalho, carro em fim use e sinta, essa força em si.

Fonte: Cromo Caio por José Carlos Medeiros de Araujo

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Óleos Astrológicos - Pedro Guardião

Nenhuma cozinha de bruxa está completa se os óleos não estiverem presentes. Quer sejam para trabalhos de magia, de cura ou para culinária, o fato é que o preparo e o uso de óleos têm sido uma parte essencial da arte de bruxas e bruxos no transcorrer dos séculos.

Aprenda você também a preparar seus óleos mágicos, com os quais para ungir velas e instrumentos, usá-los em massagens e banhos, na culinária, em rituais e sortilégios. Se fazem óleos de muitas plantas diferentes. O óleo absorve as qualidades mágicas das plantas. Desta maneira o óleo é usado para promover tais qualidades. Pode-se ainda, preparar perfumes com distintos usos, seguindo as qualidades aromáticas e mágicas de uma planta. Os óleos são muito caros, mas você pode fazer os seus.


ÓLEOS E OS SIGNOS:

Você encontrará na seqüência seguinte os doze signos do zodíaco acompanhados pelos correspondentes óleos mágicos:

ÁRIES: óleo essencial de sassafrás e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo planeta Marte.

TOURO: óleo essencial de tanchagem e de violeta, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo planeta Vênus.

GÊMEOS: óleo essencial de alcaçuz e de valeriana, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo planeta Mercúrio.

CÂNCER: óleo essencial de ulmária e de agripalma, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pela Lua.

LEÃO: óleo essencial de pilriteiro e de zimbro, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo Sol.

VIRGEM: óleo essencial de coentro e de funcho e mais todos os outros que são derivados das ervas regidas pelo planeta Mercúrio.

LIBRA: óleo essencial de curcuma e tomilho, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo planeta Vênus.

ESCORPIÃO: óleo essencial de ginseng e de sassafrás, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo planeta Marte.

SAGITÁRIO: óleo essencial de salgueiro-negro, de dente-de-leão e de sálvia, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo planeta Júpiter.

CAPRICÓRNIO: óleo essencial de confrei, de verbasco e de olmo, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pelo planeta Saturno.

AQUÁRIO: óleo essencial de lavanda, de pimpinela azul e de valeriana, e todos os outros que são derivados de ervas que são regidas pelo planeta Mercúrio.

PEIXES: óleo essencial de echinacea (também conhecida como rudbéquia) e de papoula, e mais todos os outros que são derivados de ervas regidas pela Lua.

Os óleos astrológicos podem ser usados para ungir bonecos e velas de feitiços; sagrações Wicca e Pagãs (ritos similares ao batismo); rituais de nascimento (também conhecidos como Dias do Retorno Solar) e nas fabricações de perfumes para os signos astrológicos, incensos a serem usados nos rituais.

Se você pretende utilizar um óleo astrológico para massagens no corpo ou para qualquer outro tipo de cura, a minha sugestão é para que você primeiro comprove a segurança do óleo essencial em questão.

MÉTODO DE MACERAÇÃO:


Encha um frasco de ervas e flores as quais quiser extrair o óleo. Podem ser frescas ou secas, embora seja melhor utilizá-las frescas. Cobrir todas as plantinhas do frasco com óleo de amêndoa ou oliva. Fechar hermeticamente o frasco. Deixar repousar durante três dias em um lugar escuro e seco. Agitar periodicamente. Depois de três dias se recolhe o óleo. Se volta e encher com ervas o frasco e se cobre com o óleo recolhido anteriormente. Esse processo deve ser repetido até que o óleo alcance a densidade e o aroma desejado. Ao término do processo, se filtra o óleo obtido em um frasco opaco e fecha bem hermeticamente para que não fuja a fragrância.


Fonte: Rosane Volpatto